sexta-feira, setembro 29, 2006
Paradoxalmente inútil
Oh coisa louca que dá na cabeça! É tanta coisa e, ao mesmo tempo, não há coisa alguma. Solucionar uma enigma que não existe... Esperar mais do que pensar. Tanta responsabilidade e nenhum problema. Ou seria o contrário? Tanto problema e nenhuma responsabilidade? Nenhum dos dois.
Lula?! Por Deus, o errado virou normal? Ou sou eu que sou anormal nesse mundo? Nada faz sentido. Às vezes tudo parece sim... Outras tudo parece não. Besteira me ocupar com esse instante vazio que complica mais do que simplifica. Ah, nem sei mais o que estou escrevendo.
Domingo... O galo vai me acordar para prestar esse favor à democracia! Que hipocrisia.
terça-feira, setembro 19, 2006
!!!
Uma mistura de cheiros, gestos e sorrisos
Por um instante, me achei no seu paraíso
Era quente e ao mesmo tempo era frio
Como se tudo fosse claro, mas ainda sombrio...
Pode ser que isso tudo seja fantasia?
Que foi tudo uma grande cena vazia?
Bobeira minha! Eu quero é poder acreditar
E sentir mais uma vez esse calor entrar.
sábado, setembro 09, 2006
Espetáculo
Um post para marcar um novo início. A lógica nunca me foi tão presente quanto agora. Sou a cada dia mais eu. E sinto-me feliz com meu encontro...
Aceito todas as opiniões, mas não concordo nem compreendo a maioria delas. Um final, visivelmente, infeliz, esconde seu sucesso para aqueles que sabem esperar a vida acontecer. Sou a primeira fila da platéia. Anseio para poder aplaudir.
segunda-feira, setembro 04, 2006
Para meu eterno...
Eu não sei entender uma linha,
Um pensamento ou seu comportamento.
Não sei dizer o porquê desse sentimento
Que sugou a força que me mantinha.
Me salve dessa angústia, temor insano!
Prendeu meu fôlego e levou minha paz
Me deixou sozinha nessa fúria audaz
Porque morro por dentro nesse abandono.
Não preciso que acreditem em mim
Mas isso não poderia deixar de repetir...
Não houve nenhum segundo a vir
Que eu tivesse deixado de pensar em ti.
Se isso serve como um falso consolo,
Eu posso te ajudar, como me pediu
Falo que não acredito no que sentiu
E nunca mais quero ver seu rosto tolo.
Mas até as palavras entregam meu plano?
Soa mais que falso esse tom mentiroso!
Falar aquilo seria por demais doloroso,
Seria afogar meu amor e sufocar seu choro.
A verdade existe e eu vou te contar...
Tolice se teimar em não acreditar
Porque posso dizer que descobri você
E amor maior que o meu não há de ter.
sexta-feira, setembro 01, 2006
Ardor com amor e dor
Nuvens que se desfazem que nem pó.
Sonhos que ontem estavam seguros
E hoje desapareceram, astutos...
Melhor que tentar desatar esse nó.
Quando tudo é tão confuso aqui...
Eu sei que eu quero você por perto
Mas eu não sei se isso é o certo
Melhor deixar isso prosseguir?
Para onde? Até quando pode durar?
Um amor que você não quis terminar...
Melhor do que arriscar ter mais dor
Tolice sua, concordo. Mais concreto
Que sou tua e disso não faço mistério?
Qual é o motivo para fugir desse ardor?
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