domingo, março 05, 2006
Don't worry, there's no hapiness...
Estava lendo a entrevista de um psicólogo americano que anda causando polêmica por lá com a publicação do seu novo livro "Saia de sua mente e entre em sua vida". No ínicio achei o cara doente, mas conforme fui lendo a reportagem fui tirando outras conclusões.
Ele diz que "As artimanhas que usamos para escapar da aflição nos desviam de nossos objetivos de vida. E é por eles que vale a pena viver".... Ele acredita que a felicidade não existe, que atualmente buscamos um bem-estar efêmero e logo depois voltamos à frustração cotidiana. Fala que ficamos doentes porque evitamos sofrer, evitamos a dor. Isso faz com que cada vez mais nos distanciemos do que queremos "realmente" para a nossa vida. Fala que a felicidade não é a ausência de sentimentos e acontecimentos ruins. Isso faz parte da vida e felicidade verdadeira é a de longo prazo.
Há certos momentos que ele beira ao radicalismo, até porque não há um fator determinante... Existem vários fatores que, em conjunto ou não, podem levar uma pessoa à depressão ou a ficar triste. Bom, se a felicidade realmente só é válida a longo prazo, eu só vou saber se sou feliz quando eu morrer, não é? Mas se eu acreditar em vida após a morte? Se eu sou uma alma eterna, quando eu vou parar para avaliar se eu sou feliz?
Brincadeiras à parte... O que o cara falou é interessante. Acho que eu vou comprar o livro dele.
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Um comentário:
Olah moca!
De volta das ferias, volto a comentar no seu blog..
Pontos interessantes, eh verdade!
Acredito q muitas vezes sabotamos a nos mesmos, com pensamentos tortuosos e medos irracionais..
Enfim..
Com ou sem novas teorias, os pensamentos continuam, a vida continua..
E certas coisas simplesmente permanecem (e permanecerao) sem explicacoes..
Bjinhos, menina
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