sábado, abril 25, 2009

De volta


Eu nem sei mais quanto tempo faz
A última vez que usei foi lá atrás
As palvaras não me querem mais
Talvez tenham encontrado sua paz

Eu desaprendi a usar essa coisa
Tão tola e tão sutil essa mania
Achar que pra clarear essa vida
Seria escrever pra qualquer pessoa?

Quero é dizer que senti saudade
De assistir essas letras ficarem
Meio tímidas, pouco à vontade
E saírem de mim cheias de vontade

Escrevo porque agora sou diferente
Escrevo porque agora sou contente
Mentira, escrevia quando era aflita
E escrevia até o que era mentira.

quinta-feira, março 08, 2007

Doce Mistério


Sempre procurei por respostas que não existiam
Ainda que soubesse que era uma loucura, doentia.

Sempre quis um amor que eu não conhecia
Como se eu vivesse uma história, escondida.

Eu nunca achei que um dia me encontraria...
Ainda que em mim haja vestígios do mistério
No meu peito ainda arde a chama do conflito

Sem mais a procurar, não me vejo a vagar
Só sinto que agora há um caminho, não sozinho...

Agora eu sei. Como foi bom esperar por você.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Amar


"Amar...
É quando não dá mais pra disfarçar...
Tudo muda de valor
Tudo faz lembrar você.
Amar é a lua ser a luz do teu olhar
Luz que debruçou em mim
Prata que caiu no mar.
Suspirar sem perceber
Respirar o ar que é você
Acordar sorrindo...
Ter o dia todo pra te ver..."

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Mistério...


Uma incógnita: eu.
Duas incógnitas: eu e você.
Se fôssemos privados de todo aquele mistério, não teríamos compartilhado todo aquele magnífico encanto...

segunda-feira, outubro 30, 2006

Com sabor


As lembranças desse retrato calado

Vendo sorrisos e imaginando beijos
Quando o tempo nos faz ver
"Será mesmo que eu preciso entender?"

É magnífica visão do amor que tive
Tão doce e certa, além de secreta
Um caminho perdido que se perdeu
Naqueles versos que jurei serem teus.

Será pra sempre o meu grande enigma
Não há nada mais certo do que esse incerto,
Nada melhor do que você por perto.

Essa vontade que vem desse retrato velho
É eterno esse gosto de conto de fadas
Sem sabor é o que restou para tais palavras...


terça-feira, outubro 10, 2006

Nublado


Cai do céu e traz esse alento
Umidece o chão sedento lá fora
Enquanto o frio permanece atento
Ao ver meu encanto ir embora

O motivo dessa gota de decepção?
Não é saber que não há chuva
É descobrir que tudo fora ilusão,
Nada passou de uma nuvem... Turva.

domingo, outubro 08, 2006

Aff...


Estou a me perder de mim de tanto que me perdi dos outros. Eu não entendo as pessoas... Ou será que eu não as quero entender?
Nossa, as pessoas são tão paradoxais!

Férias para o mundo... Aff!